Wednesday, August 15, 2007

Friburgo - um ex-paraíso

Hoje li no jornal a notícia de mais um assalto em Friburgo. O jornal dá conta de que a cidade está ficando violenta.
Estive em Friburgo a trabalho ano passado. Fiquei horrorizada com a cidade. Na praça principal vários jovens com cara de traficante. Nas ruas carros esquisitos com neon, funk a todo volume e cordões de ouro e prata, daqueles de gangster no pescoço. Não um, nem dois, mas uma infestação de carros assim. Podíamos facilmente perceber a favelização da cidade. Lembro-me que foi aí que tomei a decisão de sair do Estado do Rio. Se antes havia a intenção de ir para Itaipava, agora nem isso. O Estado do Rio está tomado por favelas e marginais e uma série de administrações incompetentes acabou com o Estado. O que eu vi em Friburgo foi de arrepiar os cabelos. E só agora a polícia percebeu! Engraçado não?
Se alguém ainda acha que Friburgo é uma cidade calma cabe avisar: Friburgo tornou-se uma imensa favela cheia de funkeiros e marginais. E isso é uma tristeza...

Oriane

3 comments:

pianomanga said...

Oláaaaaaaaa Furiosa bom dia.Lembra de mim,quem é vivo sempre aparece,
apesar de quem aparece e desaparece
é fantasma. Já há algum tempo estou
com saudade de você, mas nada de vir até aqui, hoje deu certo e cá estou. O seu texto é o suprasumo da
verdade, pois meu filho que é jorna
lista esteve em Friburgo a trabalho
e voltou com os mesmos comentários seus. É uma pena.Prometo nunca mais
abandonar você, vou estar sempre por aqui,se você permitir é claro.
Bjão e tenha um ótimo dia tchau.

Eliane said...

FORA DO TEXTO, MAS REPUGNANTE DEMAIS PARA NÃO SER LIDO:
Por Pedro Oliveira - Jornalista e presidente do Instituto Cidadão.
O cenário desta semana começou a dar sinais tenebrosos de que as coisas possam enveredar pelos caminhos tortuosos dos balcões de negócios sujos e haja um festival de chafurdice a começar no Conselho de Ética e terminar no plenário do Senado Federal. Se o povo não ganhar as ruas, a sociedade organizada se acomodar, e a pressão da ética e da moralidade não eclodirem, tudo pode acontecer em Brasília. Inclusive nada.
A estratégia de Renan Calheiros parece que começou a surtir efeito, muito mais que suas provas de inocência duvidosas e inconsistentes. A imprensa nacional começou a especular que o senador acusado, em conversas reservadas, estaria revelando fatos depreciativos contra aqueles que defendem seu afastamento ou sua cassação. Até senadores acima de qualquer suspeita como o amazonense Jefferson Péres (PDT) teria sido chamado por Renan de “flor do lodo” por supostamente haver sido acusado na década de 50 de gestão fraudulenta.
Também o senador José Agripino (DEM/RN) não teria sido poupado das ameaças de intimidação de Renan com relação a concessões de emissoras de rádio e televisão e empréstimos não pagos a bancos oficiais.
O senador Demóstenes Torres (DEM/GO) também teria voltado a ser alvo das confidências intimidatórias do presidente do Senado, sempre usando emissários da base aliada.
Mais um trunfo que estaria na pauta de ameaças de Renan seriam as prestações de contas da verba indenizatória de 15 mil reais, a qual todos os senadores têm direito, mas também a obrigação de aplicá-la legal e moralmente.
Outro sintoma da sombra da imoralidade seria um suposto pacto entre o Palácio do Planalto e o PMDB para que seja dado um fim ao processo que ameaça o mandato do presidente do Senado, mesmo pagando o alto preço da total desmoralização da instituição. O próprio presidente Lula, que chegou a cogitar nomes para substituir Renan, já acredita em sua absolvição e incentiva as negociações de sarjeta, buscando a qualquer custo um desfecho rápido e favorável ao acusado. Na opinião de um dos integrantes da base aliada da marginalidade parlamentar “vai funcionar o rolo compressor e a absolvição é certa. Durante um tempo iremos enfrentar um bombardeio cerrado da imprensa e da opinião pública, mas tudo passará como sempre aconteceu”.
Um segundo processo contra Renan Calheiros sobre suposto benefício dado para a empresa Schincariol tende a ser relatado pelo serviçal senador Almeida Lima (PMDB/SE), para o qual o presidente do Senado nem deveria estar sendo processado. Já deve ter pronto um relatório medíocre na sua proporção, pedindo o arquivamento. O crescimento astronômico do seu patrimônio?Sorte, destino e predestinação.
E finalmente o escabroso caso das concessões de rádios em nome de “laranjas”, embora todos saibam tratar-se da mais cristalina verdade, vão faltar provas documentais que possam incriminá-lo.
É assim é o nosso sacrossanto Senado Federal. Renan Calheiros poderá ser inocentado pela podridão de todos.

NNF said...

O que esta havendo no RIO é simplesmente o troco pela eleição do Brizola. Para ser eleito ele loteou a cidade, o estado e sei lá o que mais.
Depois dele, administrações incompetentes, corruptas e sei la mais o que so fizeram acabar com o estado em geral.
Que saudades qdo ia de Electra, a ainda via mato onde hoje tem favela, da Praça XV cheirando a limpeza (*) e não a urina como nos ultimos tempos.
Será que algum dia as coisas voltam ao que eram ?
schade .. wie schade ...