Saturday, June 02, 2007

Desconstruindo mais um mito esquerdopata...

O texto abaixo, uma denúncia sobre o incensado Paulo Freire, já roda pela rede há tempo. Vamos retomá-lo porque mais do que nunca é hora de pôr no chão os mitos que a turminha esquerdopata cultiva nos cérebros distraídos, para, tempos depois, colher o tutu do erário. Sim, porque não há mais dúvida de que em Banânia guerra ideológica não é sintoma de psicopatas delirantes, loucos de pedra para brincar de "Stalin e Mao" em Brasília (esse talvez seja o perfil de um Chaves, por exemplo. Mas é apenas um "talvez".) Por aqui a coisa é bem mais rota e esfarrapada: é assalto aos cofres públicos MESMO, sob o cínico pretexto de melhoras estepaiz: Banânia é uma fantástica cleptocracia, sem remédio à vista.
Pois bem, Paulo Freire, responsável em grande parte pelas hordas de analfabetos funcionais que hoje pululam por aí à mercê da sanha marxista, não passava de um aproveitador dos méritos alheios, uma característica bem ao gosto do perfil psicológico da esquerda verde-amarela, marcada pelo parasitismo intelectual, via cópia descarada das idéias de outra lavra que não a própria - Ai, que preguiça mental!
O badalado "método Paulo Freire de alfabetização" não passa de uma fraude nojenta, adotada com entusiasmo pelos que nele viram um ótimo meio de doutrinação comunista das mentes dos incautos, como manda a cartilha de Gramsci. O "método" foi plagiado diretamente das aulas de um missionário protestante norte-americano, Frank Charles Laubach (1884-1970), que esteve em visita a Pernambuco em 1943, como se pode verificar no texto de David Gueiros Vieira, num artigo para o MSM, em 2004.
Sem dar o devido crédito ao seu legítimo criador, é claro, o pernambucano senhor assinou embaixo o texto da metodologia, depois de avaliar seu potencial valor como "instrumento de disseminação da luta de classes". Num país em que boçais lutam pelo "puder"l no planalto central, ele fez um imenso furor nas fileiras pedagógicas, entendendo-se por "pedagogia", nestas plagas, um eficaz meio de lavagem e programação cerebral, devidamente referendada pelo MEC, aquele repelente cabide de emprego que, hoje, talvez esteja vivendo seus melhores dias.

Leiam um trecho do original de Davis G. Vieira:

Naquele ano, de 1943, o Sr. Paulo Freire já era diretor do Sesi, de Pernambuco - assim ele afirma em sua autobiografia - encarregado dos programas de educação daquela entidade. No entanto, nessa mesma autobiografia, ele jamais confessa ter tomado conhecimento da visita do educador Laubach a Pernambuco. Ora, ignorar tal visita seria uma impossibilidade, considerando-se o tratamento VIP que fora dado àquele educador norte-americano, pelas autoridades brasileiras, bem como pela imprensa e pelo rádio, não havendo ainda televisão. Concomitante e subitamente, começaram a aparecer em Pernambuco cartilhas semelhantes às de Laubach, porém com teor filosófico totalmente diferente. As de Laubach, de cunho cristão, davam ênfase à cidadania, à paz social, à ética pessoal, ao cristianismo e à existência de Deus. As novas cartilhas, utilizando idêntica metodologia, davam ênfase à luta de classes, à propaganda da teoria marxista, ao ateísmo e a conscientização das massas à sua 'condição de oprimidas'. O autor dessas outras cartilhas era o genial Sr. Paulo Freire, diretor do Sesi, que emprestou seu nome a essa “nova metodologia" - da utilização de retratos e palavras na alfabetização de adultos - como se a mesma fosse da sua autoria.

Na íntegra, aqui.

Imagem: Frank Charles Laubach, o verdadeiro criador do "método PF"...

Marx, o Groucho

2 comments:

Costajr said...

Olá! Vim aqui por recomendação e claro, também comungo de idéia de que esse camarada, meu conterrâneo, é um prestidigitador. Já fiz alguns posts sobre o tema em meu blog; já fui anatemazidado por ter feito pouco caso desse "grande educador"

gostei deseu blog.

eadem numero mutata resurgo said...

Por Marco Gemaque

A INTROSPECÇÃO CORPÓREA ANAL DA ESQUERDA

Era uma vez um lobo, Tio lobinho, muito esperto que nunca se preocupou com alimentação, um prato de bóia, pois nunca lhe faltou este salutar de todo dia. Desde criança aprendeu com seus pais a técnica da introspecção corpórea anal. Esta que foi tradição passada a cada geração, per seculae seculorum.
A introspecção corpórea anal consiste na habilidade de penetrar na porção do reto ( no cu do bichinho) do RUMINANTE e sair dele sem ser notado, preferencialmente à noitinha , e assim aproveitar de toda alimentação que o boi ingeriu durante o dia, porém a técnica expressava que nunca poderia ir além da alimentação recente que ingerira o ruminante , no qual de vez em quando, num dia especial,poderia comer uma víscera , uma pelhanca ali, outra acolá, nunca partes vitais do corpo do RUMINRESTAURANTE: coração , fígado, etc.Dizia a filosofia lupina: “Nunca queiras mais do que precisas.” Tio lobinho estava ficando velho e havia mister de passar a foice e o martelo pra próxima geração.O herdeiro era chamado de lobinho. Apenas lobinho sem etc. No primeiro dia de aula Tio lobinho percebeu uma falta de saciedade muito profunda em seu pupilo , no entanto não levou muito a sério. Pois, era um jovem e, como todo jovem, tinha muita volúpia no sangue. Era uma noite fria e lá se foram Tio Lobinho e Lobinho pra mais um exercício da malandragem: uma excursão reto anal. Dava gosto de olhar os dois nas suas meticulosidades típicas do malandro. Malandro Brasileiro com forte influência Marxista- José Problema Genuinamente brasileiro. Desta vez lobinho, de foice e martelo nas mãos, entra na frente qual um vírus na busca de um corpo pra se multiplicar, ainda que a gula destrua a sua proteína de cada dia e assim o destrua também por inanição.
Tio lobinho já se despreocupava, porém o aconselhou: “ Cuidado com as partes miúdas, meu filho! ”. Respondeu lobinho maroto- “ Relaxa e goza, Tio !!! – com a boca cheia de picanha e já de olho no contra filé. Então, na mais pura centelha da irresponsabilidade, lobinho destroça o coração com a foice amolada , o miúdo mais importante de todos os miúdos se esvai. Em poucos segundos, tudo cessou e a luz apagou , e noite sumiu. E agora , lobinho!
Tio lobinho- o velho comunista na sua incomensurável eterna parcimônia- nas suas últimas palavras cita o camarada Eduardo Galeano: "Temos, há muito tempo, guardado dentro de nós um silêncio bastante parecido com estupidez". E lobinho num desespero histriônico diz: “ Eu gerei meu próprio coveiro.” Na eminência da morte , já ambos moribundos, Tio lobinho pergunta: Por que ? Por que animal comestes o coração? Por quê? Por quê?.Num grito catártico, lobinho responde:“El revolucionario verdadero está guiado por grandes sentimientos de corazón." O coração de ruminante era esse sentimento.