Saturday, September 29, 2007

Che e a perversão do arquétipo...


O inferno está cheio não só de boas intenções mas daquelas nem tão boas também. Essa maníaca historinha de Che Guevara nos leva à náusea completa. O culto esquerdopata promovido a seu respeito infeccionou gerações de jovens toscamente alfabetizados, deliberadamente desinformados, hediondamente manipulados até virar griffe de uma rebeldia redentora, ícone da psicose coletiva mais popular do planeta. A serviço dessa máquina de propaganda deslavada, são empregados os sempre "odiosos instrumentos" de uma sociedade capitalista, burguesa e cínica: marketing direto e indireto - em recente novela da Globo, "Pé na Jaca", um retrato de Che é insistentemente focalizado na parede da casa do personagem de Marcos Pasquim, obviamente o herói da churumela -, bem como todos os tentáculos da indústria cultural, em especial, aqueles financiados com tutu do erário, veiculando a idéia de que os fins justificam quaisquer meios. Que se venda Che como se vende Coca-Cola, qual é o problema, não é mesmo? As técnicas de mercado só são indesejáveis quando funcionam "do lado de lá"; "do lado de cá", não há problema algum, pois o nobilíssimo conteúdo de uma revolução de psicopatas como Che e aproveitadores como Fidel justifica qualquer estratégia, contanto que ela seja eficiente na tomada do poder. Na mesma linha de raciocínio, usa-se o estado democrático para se chegar ao seu oposto, o estado totalitário.
Alunos meus desfilam por aí, orgulhosamente, com as camisetas do seu "herói-motoqueiro preferido", cujas peripécias asmáticas passam ad nauseam na TV a cabo, reforçadas por documentários que se dedicam a explicar, em todos os seus detalhes mais contraditórios, singulares e épicos, a trajetória de um sujeito que não passa de mais um bode na sala do obscurantismo que avassala as estúpidas mentes da modernidade. É mais um mero sapo que virou príncipe, para o encantamento abestalhado de milhões de infelizes em busca de um rumo na vida. Afinal, se Deus não existe, Che é permitido - Dostô que nos perdôe, mas Jung explica! Querem saber o que é? Em linguagem junguiana, trata-se de uma perversão do arquétipo da divindade ou, vá lá, da figura do herói.
Todos nós trazemos na alma formas arquetípicas, fundamentos determinantes da nossa história particular, nossas respostas ao meio, nossas escolhas essenciais. Em bom português lulista, o desvio inconsciente de tais diretrizes psíquicas equivale ao famoso "NÃO TEM TU, VAI TU MESMO!" Por exemplo, em termos de ideologias socialistas/comunistas, autoproclamadas materialistas e atéias, uma vez extirpada a noção da divindade, a perversão desagua automaticamente na eleição de um partido ou de um líder que funcionem no lugar do destronado ente metafísico. Reparem que o culto a essa gente "eleita" é tão ou mais irracional e fanático do que a adoração a qualquer deus de religião primitiva: eles não falham, não perdoam erro, são implacáveis com os dissidentes, são o que há de mais execrável no poder absoluto, são "deuses" compatíveis, portanto, com todas as características dos deuses pagãos, alguns dos quais comiam mesmo criancinha chata, hehehe...
Para os que se interessaram por Carl Gustav Jung, um bom começo é a leitura de Memórias, sonhos e reflexões, Editora Nova Fronteira.

Marx, o Groucho

Sunday, September 23, 2007

Devido à situação, "Kill Bill" will ride again!


Imaginem aquela espada de samurai, a katana, manejada eximiamente por Uma Thurman, "a noiva", num ataque suicida a Brasília, fatiando o Senado, o Congresso e o Executivo, sem deixar unzinho vivo para se queixar à mãe Joana, a dona daquelas casas! Podem imaginar a cena??? Todos correndo feito doidos, viscosas baratas tontas, tentando se livrar da vingativa lâmina, silenciosa e eficientíssima. Uma sangueira magnífica, bem à Tarantino (com crase mesmo, ó pá...), lavando a alma de uma nação que não pode sair dela mesma porque os aeroportos estão congestionados e as estradas, esburacadas.
A "Furiosa" já homenageou o filme mais sangrento - exibido em duas partes - da história do cinema, mas volta a fazê-lo porque senão o fígado explode e o coração vai junto. Precisamos de uma catarse!
Alguns amigos que votaram em Lula várias vezes estão finalmente (Uff!) acordando para a realidade brasileira, tecendo comentários indignados sobre o Keiser e sua gangue, a turminha que assaltou o "puder" e que, pelo andar da carruagem, só sairá de lá a golpes de artes marciais RADICAIS. Talvez esse despertar esteja ocorrendo tardiamente. Enfim, pelo menos há uma tênue esperança de que todos os neurônios não tenham sido completamente exterminados.
Isso tudo está começando a cheirar mal... Alguém se habilita a sair do túmulo, onde atualmente se encontra enterrado vivo, a golpes de karatê?

Marx, o Groucho, praticando Kung-Fu!

Só nos restou isto: insanos x sadios...


Decididamente não classificamos as pessoas em categorias como "bom e mau", "honesto e desonesto", "inteligente e burraldo". É simplista demais, é bobo. A realidade é bem mais complexa do que a nossa capacidade de rotulá-la. Entretanto, do jeito que as coisas andam, é impossivel escapar do óbvio: os seres humanos se dividem, cada vez mais, infelizmente, em normais e anormais. Trata-se de uma visão igualmente simplista, mas a realidade tem-se mostrado tão grosseiramente contaminada pelos discursos do delírio que é praticamente impossível deixar-se de lado esse tipo de classificação tosca.
Trocando em miúdos, o que nos cerca está-se curvando à loucura coletiva - lembram do conceito bíblico de "legião"? - e as hostes de Sauron se multiplicam com tamanha velocidade que o único modo de lidar verbalmente com o fenômeno é por aí mesmo, pela via da sizígia explícita: gente sadia versus gente insana. O que seria uma rotulação genérica tornou-se uma descrição precisa em face aos eventos atuais.
Do ponto de vista de uma análise mais acurada, o comportamento dito "inconveniente" nasce na desistência do esforço individual pela aquisição de uma autoconsciência, ou seja, o conhecimento do "eu" autêntico é meio caminho andado para a reta conduta. Isso é socrático, isso é cristão. A outra metade do caminho é o imponderável que salta de algum canto obscuro da psique, bagunçando todas as conquistas da mesmíssima consciência. Trata-se do fator fiz porque quis, e daí?, moderna versão do sofisticado pensamento paulino que, agoniado e perplexo em suas epístolas, resmungava com seus botões ao perceber sua fraqueza pelas coisas moralmente erradas, embora sabendo perfeitamente o que seria correto fazer - esse desvio é também apelidado de "espírito de porco"...
Em suma, atos morais têm a ver com uma série de fatores que acabam desaguando na educação da alma humana. Ora, se a educação é um lixo, o risco de a pobre alma se enrolar toda é enorme. O resultado é que, quando ela se enrola, o hospício é logo ali. O mapa da realidade é o discurso. Se o discurso funciona como um mapa falso ou mal concebido, o viajante dá fatalmente com os burros n'água. A educação em Banânia, por todos os fatores fartamente debatidos neste blog, é um daqueles engodos de filme de terror, uma sinalização que algum bandido alterou, no meio do deserto, a fim de desviar as pessoas para um poço seco. A estratégia leva os sedentos à completa confusão mental e a tudo aquilo que os converte em escravos, justamente, daqueles que os desviaram da rota. O resto da estória é trágica, já o conhecemos.
Por aqui, a civilização já nos deu adeus há muito tempo. Todos os sintomas estão disponíveis e surge sempre mais um, escandaloso, a cada semana que passa, monotonamente. É um filme que se repete à exaustão, como um pesadelo do qual ninguém consegue acordar.
A denúncia de Ali Kamel sobre o dantesco livro que o MEC, entre outras numerosas aberrações, vem indicando e distribuindo por aí, já havia sido feita por Olavo de Carvalho há vários anos. O lixo editorial didático que se espalhou por Banânia é resultado de uma tática de guerrilha cultural que não encontra obstáculo em parte alguma, exceto em minúsculos bolsões de resistência porque ainda existem alguns seres normais "nestepaiz". O resto é uma inútil paisagem. Parece que a guerra das palavras já está perdida.
Não vai custar muito, e qualquer pessoa que use óculos será escorraçada nas ruas porque essa prática esquisita pode significar que ela dedica demasiado tempo à leitura, o que é perigoso para a estabilidade do governo totalitário - leiam a recente história no Cambodja de Pol-Pot...

Imagem: o saudoso Rubens Corrêa, interpretando Artaud, um gênio nada louco que piraria em Banânia...
Marx, o Groucho

Sunday, September 16, 2007

O país que virou piada ou o Abaporu íntimo de Banânia...


Era uma vez um país que virou piada. Começou como Terra de Santa Cruz e depois levou um pau-brasil no lombo, não se sabe bem por quê. A cipoada causou amnésia, a santa cruz foi esquecida de imediato e só sobrou o "brasil" do pau. Como a cor do tal pau era vermelha, os caras confundiram tudo e deram uma guinada à esquerda por questão de coerência cromática e respeito à semana de Arte Mais ou Menos Moderna (que gerou um bicho feio chamado Abaporu que, segundo a crítica erudita, inspirou o movimento antropofágico: trata-se daquele fenômeno antropológico em que o canibal acaba por comer a si próprio, por mera preguiça de procurar coisa melhor.)
Todavia, como os nativos já nasceram com óbvios problemas de visão, pintaram a bandeira de verde-amarelo e ficou por isso mesmo, embora ninguém tenha dúvidas quanto à cor local, pois nos dias de manifestação pública o tom predominante é mesmo o vermelhão do pau-brasil original, o que deixa os estrangeiros profundamentes intrigados.
O tempo passou - alguns curtos séculos- e a piada foi-se aperfeiçoando. Surgiu, por exemplo, a estorinha sobre Deus ter criado um certo país com mil maravilhas, esquecendo-se, porém, de caprichar nas pessoas que o povoariam - essa teria sido uma autêntica trapalhada divina.
Depois de muitas peripécias de péssima catadura histórica, o paiseco virou a Terra de Calheiros, após exemplar votação do Senado - pura inveja de um antigo anúncio de cigarro que falava orgulhosamente de uma "Terra de Marlboro", lá para o lado dos "americanu", esse povo horrível, execrável, perverso, nojento, atrasado e tudo mais, exatamente como todo devotado intelectual "brasilis" está cansado de ensinar aos fedelhos nacionais, com ótimos resultados pedagógicos.
Atualmente o país-piada está em vias de retornar ao ciclo monárquico, reinventando, inclusive, a época da escravatura explícita. Na verdade, os habitantes deste solo gentil estão todos com nostalgia de paulada no lombo, aquela lá do início, a que explica a confusão mental que sempre caracterizou as escolhas dessa curiosa sociedade de palhaços natimortos.
Argh!

Imagem: a obra que não ousa dizer seu nome, ou, ainda, o estado íntimo do país-piada após a absolvição de Renan Calheiros. (Reparem na cabeça do bicho, totalmente proporcional a seus neurônios reduzidos.)

Marx, o Groucho, bastante confuso.

Nosso futuro Abe Lincoln...


Dêem uma olhada neste trecho de um texto da excelente Maria Lucia Victor Barbosa, socióloga - os realces em negrito são nossos :

"(...) Todos os tristes episódios que vêm se multiplicando nesse governo mostram com é pobre, abjeta, imoral nossa cultura cívica. Comparemos, por exemplo, o Brasil com o Japão. Neste país renunciou o premiê Shinzo Abe por conta de suspeita de corrupção. Sua aprovação popular que era de 70% quando assumiu o cargo havia caído para 29%, o que demonstra que no Japão tem povo no sentido de impor conduta e direção aos governantes. E na sua despedida em cadeia de televisão, disse Shinzo Abe: eu me vejo incapaz de cumprir minhas promessas – e eu me tornei um obstáculo para cumpri-las. É hora de alguém mais viável assumi-las. Nessas breves palavras, quanta diferença em relação ao que se passa entre nós, quando mesmo em face das mais claras evidências, altas autoridades que deviam dar exemplo se agarram desavergonhadamente aos cargos demonstrando que a elas só interessa o poder pelo poder.
Mas quem foi o grande ganhador no escândalo Renan Calheiros? Teria sido o senador que se manteve no cargo mesmo sendo indigno dele? Teria sido o Senado? Claro que não. O senador tem agora sua biografia manchada de forma indelével, em que pese a memória curta do povo. O Senado sai do episódio sórdido ainda mais desmoralizado, o que atinge o Congresso Nacional como um todo. O grande ganhador de fato foi o PT e sua figura-símbolo, Lula da Silva, chave para a permanência no poder dos companheiros e agregados.
Afinal, no recente congresso petista, entre as decisões tomadas estava a de extinguir o Senado. Daí é só um passo para acabar com o Congresso e seus picaretas (antiga expressão de Lula da Silva) e partir para a democracia de massas, quer dizer, de massas de manobra do PT.
Renan é bom companheiro, ninguém (pelo menos do PT) pode negar. Ele teve apoio explícito do presidente da República, foi defendido ardorosamente pela tropa de choque petista do Senado. Contudo, o senador devia conhecer as leis do PT, ou seja: esmagar quem apóia; triturar que não reza pela cartilha, jogar fora o que não tem mais serventia, desmoralizar, intimidar, perseguir, castigar, manter o poder a qualquer custo.
Eliminado o Senado restaria a Câmara já domesticada, mantendo-se, assim, a fachada de democracia à lá Chávez. Ficaria, então, muito fácil, a aprovação do terceiro mandado presidencial.
Resta perguntar, como fez um dos meus correspondentes: "que legado essa geração de políticos vai deixar para a história?". Ele mesmo responde: "Como a história é escrita por intelectuais cooptados pelo poder, nossos netos ficarão sabendo que houve no Brasil um Lincoln tropical, um pobre operário retirante que salvou os pobres e foi o maior estadista do século XXI. "

O texto completo vocês podem ler aqui.
Imagem: Abraham Lincoln, possível última encarnação de Lula.

Marx, o Groucho, tirando passaporte para o Japão...

Thursday, September 13, 2007

Achei isso no Ancelmo Góis...



Apropriado, não?

Oriane

Máfia, Matrix e elo perdido...


Chantagem dá nisso: com o rabo inexoravelmente preso, o PT manobrou para a absolvição de Renan. É claro que senadores de outros partidos também embarcaram na canoa pelo mesmo motivo mafioso. Ora, pois, pois! Banânia hoje é uma grande corporação mafiosa. Todos os nossos congressistas sabem - sempre!!! - de alguma coisa que pode "abalar Bangu" e, por isso mesmo, ficam fazendo aquele abjeto joguinho do toma-lá-dá-cá, que alguns desavisados confundem com política saudável. Isso não é política, é BANDITISMO! É prática da MÁFIA!
Dissemos aqui e reafirmamos: o Brasil é um prostíbulo mal administrado. Está ficando irrespirável. Para todo lado que a gente olhe lá está esta coisa visguenta, amorfa, debilóide, semi-rastejante, o "brasileiro" - e não venham com as execeções porque elas só confirmam a tenebrosa regra! Essa massa de imbecis se arrasta por todos os lados, agredindo a mais ridícula noção de lógica, atentando contra todas os padrões verbais que permitem um mínimo de comunicação decente. A penúltima que ouvimos, para variar, em sala de aula, "é que a culpa de tudo (???) é dos americanu", um chavão insuportável que, por si só, vale por uma leitura inteira de René Girard, um excelente escritor contemporâneo que vive explicando a teoria do "bode expiatório" para meia dúzia de pessoas ainda cerebradas. Alguém já leu seus textos? Pois é...
Será que nosso mal é genético??? Seremos o tal elo perdido que andou para trás porque teve preguiça de evoluir? Serão Renan Calheiros e seus pares do Senado Federal os protótipos dos "homens do futuro"? Já estamos tomando pílula colorida para sair de Matrix e não percebemos? Fomos internados no hospício e esqueceram de nos avisar?
Lamentável. Não há Bollystolly que de jeito nessa deprê...

Marx, o Groucho

Wednesday, September 12, 2007

Renan absolvido...

Imagem: Nossos nobres Senadores...

O Senador Renan Canalheiros foi absolvido por seus pares por 40 a 35. Uma vergonha sem limites!!!
O mais surreal foi o clima de intimidação narrado por Noblat em seu blog. Vejam as pérolas:
Senadora Heloísa Helena. A senhora sonegou o pagamento de impostos em Alagoas. Deve mais de R$ 1 milhão. Tenho um documento aqui que prova isso. E nem por isso eu o usei contra a senhora - disparou Renan Calheiros ao se defender da tribuna do Senado pouco antes de ser absolvido pela maioria dos seus pares.

- É mentira, mentira - gritou a presidente do PSOL sentada no meio do plenário. Pouco antes, ela subira à tribuna para atuar como advogada de acusação.

Renan não deu bola para a reação de Heloísa. Em seguida, virou-se para Jefferson Perez (PDT-AM) e comentou:

- Veja bem, senador Jefferson Perez. Eu poderia ter contratado a Mônica [Veloso, ex-amante dele] como funcionária do meu gabinete. Mas não o fiz.

Perez nada disse. Ouviu calado.

Então foi a vez do senador Pedro Simon (PMDB-RS). Renan disse olhando diretamente para ele:

- A Mônica Veloso tem uma produtora. Eu poderia ter contratado a produtora dela para fazer um filmete e pendurar a conta na Secretaria de Comunicação do Senado. Eu não fiz isso.

Simon ouviu calado.


Bom, com isso passamos a ter certeza sobre quem são nossos Senadores. Nojo, revolta, vou voltar para a cama e para a minha depressão. Parece que tenho bons motivos para isso...

Oriane

Tuesday, September 11, 2007

Búzios - ainda em processo de cura...


Imagem: a casa de minha adorável amiga que se imbuiu da missão de me curar...

Amigos virtuais, vou voltando aos poucos para a vidinha besta de sempre. Não tenho muitos comentários para fazer. Nada mudou, a gente grita daqui e o governo faz o que quer de lá. Para que gastamos nosso tempo afinal? Nossa resistência não nos tem levado a nada...

Este fim de semana fui curar as feridas em Búzios. Cidade cheia, milhares de argentinos, não dá para ir à praia. Búzios está ficando igual ao Rio, cheio de flanelinhas, favelas e pessoas sem nenhum gosto...

Ficamos o dia na piscina cozinhando e ouvindo Chet...

Mas no final de tarde dá para sair, as pessoas já ficaram bêbadas e as ruas estão transitáveis...

Oriane

Tuesday, August 28, 2007

Paquetá e o efeito curativo do pôr do sol...



Amigos leitores, gostaria de me desculpar pela minha ausência. Modificações na vida amorosa, o suicídio de uma colega e uma negra depressão me impedem de fazer qualquer coisa, inclusive trabalhar. Estou melhorando aos poucos, com a ajuda dos amigos e algumas viagens estratégicas.

Sei que há muito preconceito com Paquetá. Mas é uma bela ilha onde os lugares mais maravilhosos não são vistos pelos turistas. Uma pena...

Oriane

Sunday, August 26, 2007

O avestruz continua não querendo ver: enfim, a máscara caiu!


Taí o link para o vídeo que definitivamente deixa escancarada a situação que vivemos em Banânia: http://www.youtube.com/watch?v=VNPjm0qfByc
Agora o que farão os avestruzes solipcistas, as polianas dengosas, os distraídos bocós, os pacifistas histéricos, toda a turma de antas, patologicamente orgulhosas da própria mediocridade existencial, que acham sempre que os outros é que são paranóicos e obsessivos, como os Olavos de Carvalho, os Reinaldos Azevedos, os Diegos Casagrandes, os Percivais Pugginas, todos os pouquíssimos "execráveis golpistas de direita"?
Sabem por que a petralhada se deu o luxo de permitir a divulgação desse vídeo? Porque a hora de rasgar a fantasia chegou, porque em sua avaliação estratégica nenhuma reação mais é possível em Banânia: Executivo, Legislativo e Judiciário estão na malha das pessoas que vêm tramando a tomada radical do poder há décadas, após um meticuloso trabalho de infiltração ideológica em praticamente todos os segmentos sociais desta porcaria de país. É um caso espetacular de imbecilização e hipnose em massa, o que só prova o quanto o ser humano é psiquicamente vulnerável. Releiam a análise de C.G.Jung sobre as condições psicológicas do povo alemão antes da ascensão do nazismo e vocês entenderão esse discurso. O texto já foi publicado neste blog. Aí vai novamente o trecho, para vocês não perderem tempo procurando a postagem de nome Jung para petralhas - mandem o Kaiser ler isto!, datada de 19 de novembro de 2006:

"Se considerarmos que nem todo homem mora psiquicamente numa concha de caracol, ou seja, que não vive longe dos demais e que seu ser inconsciente se acha ligado a todos os outros homens, então um crime nunca pode ocorrer de maneira isolada como pode parecer à consciência. Ele ocorre num âmbito bem mais vasto.

A sensação de todo crime provoca o interesse apaixonado pela perseguição e julgamento do criminoso, demonstrando que todo mundo, desde que não seja insensível ou apático, é excitado pelo crime.

Platão já sabia que a visão do feio provoca o feio na alma. É um fato inegável que o mal alheio rapidamente se transforma em mal, na medida em que acende o mal na própria alma. O assassinato acontece, dessa forma, dentro de cada um e de todos. Seduzidos pela fascinação irresistível do mal, todos nós possibilitamos, em parte, a matança coletiva em nossas mentes e na razão direta de nossa proximidade e percepção.

A esperança crescente no Estado não é um bom sintoma e significa na verdade que o povo está a caminho de se transformar num rebanho, o qual sempre espera de seus pastores um bom pasto. Logo o cajado do pastor se converte em vara de ferro e ele, o pastor, em lobo. Foi essa a impressão que se teve ao ver toda a Alemanha respirar aliviada diante de um psicopata megalomaníaco que disse: 'Eu assumo a responsabilidade'. Quem ainda tem algum instinto de autopreservação sabe que apenas um impostor pode assumir a responsabilidade pela existência do outro. Quem tudo promete e nada cumpre está em vias de se valer de expedientes escusos para cumprir a promessa feita, ou seja, manter a impostura, abrindo o caminho para uma catástrofe.(...)

Todos esses sintomas, a completa cegueira acerca do próprio caráter, a admiração auto-erótica de si mesmo, a depreciação e atormentação dos demais (com que desprezo Hitler falava de seu povo!), a projeção da própria sombra, a falsificação mentirosa da realidade, 'o querer impressionar' e se impor, os blefes e imposturas, reúnem-se naquele homem que foi dado clinicamente como histérico mas que um destino curioso transformou durante doze anos no expoente político, moral e religioso da Alemanha. Será isso um mero acaso? "
(C.G. Jung, in: Aspectos do drama contemporâneo, Vozes)

Imagem: o avestruz, novo logotipo de Banânia.

Marx, o Groucho

Tuesday, August 21, 2007

Palhaçadas perigosas


Do fundo de sua ignorância crônica - pela qual oPTou, sem hesitar, com o intuito de chegar ao poder -, nosso tonitroante Keiser tentou outra vez criar mais uma divisão nas "hostes inimigas", jogando a "classe" (???) dos palhaços contra meia dúzia de pessoas que descobriram que vaiar é democrático. Sim! Uni-vos, herdeiro do Carequinha! Pegai em armas! É hora de sentar a pua em quem usa vossa santa imagem em vão, ou melhor, seus santos narizes!
Olhem que graça desgraçada: Lula parece ignorar (isso foi um ato de delicadeza, hein?...) que os palhaços nos fazer rir justamente porque encenam uma divertida caricatura de um ser digno de dó, no mínimo, digamos assim, por causa de incapacidade de se conduzir existencialmente sem danos imediatos, a eles próprios e a terceiros.
Palhaços costumam imitar o que há de mais primitivo, tosco e debilóide nos humanos, mas de forma ácida, às vezes até sádica, dependendo do "palhaço" em questão. Por exemplo, nas historietas de Batman, seu mais perigoso inimigo, o Coringa, se apresenta como um palhaço extremamente cruel, um psicopata - no cinema, a figuraça foi imortalizada pela espetacular interpretação de Jack Nicholson.
Palhaços são adoráveis, sem dúvida, pela habilidade que têm de enxergar e caricaturar as mazelas humanas, pela graça especial com que fazem isso de maneira leve e descontraída. Charles Chaplin, por exemplo, ficou famoso por ter criado um tipo do palhaço universal, com jeito de eterno vagabundo, desprezado, aqui e ali, pelas gentes mais distraídas, quiçá egoístas, muitas vezes, perversas. Interpretava um desastrado compulsivo, um sujeito que nunca-dá-certo apesar de todo seu esforço para tal.
O que isso tudo tem a ver com a manobra diversionista de Lula quando foi vaiado por uns gatos pingados - heróicos - com nariz de palhaço? Ora, quem assume esse papel como protesto está dizendo que o governo petralha e seu picaresco chefete estão tentando fazer destepaiz um picadeiro sem nenhuma graça, um espaço onde as pessoas são tratadas como idiotas, incapazes, irresponsáveis, trapalhonas, tudo aquilo que os palhaços criticam quando se dirigem ao respeitável público, de forma humorística.

Senhor Molusco, a "ternura e a coisa boa" relacionadas aos palhaços está na capacidade que eles têm de criticar o que há de mais lamentável em nossas vidas inconscientes, não na idiotia em si, entendeu??? A imbecilidade, objeto por excelência da palhaçada, não é "legal", não é "boa", não desperta "ternura" em ninguém. Talvez só em idiotas autênticos, loucos varridos que se levam a sério. Como... adivinhe quem?

Imagem: Jack Nicholson, o definitivo Coringa, o palhaço bandidão e psicopata, em Batman.

Marx, o Groucho

Eram os deuses socialistas?


Um dos maiores pecados, sem dúvida, é a ânsia de não ter pecados. Jesus deu um suave "chaga pra lá" em Marta porque ela era politicamente correta demais em seus afazeres, enquanto sua irmã, Maria, gostava de ouvi-lO atentamente, num bate-papo aparentemente ocioso. Essência e aparência, essência e aparência...hehehe...

É básico para a compreensão dos mecanismos que movem a alma humana - e a literatura universal costuma atestar essa idéia - o embate entre o bem e o mal, tema que apresenta várias abordagens ao longo dos séculos. Uma delas, de cunho gnóstico, tem-se mostrado mais robusta do que as outras, por motivos obviamente psicológicos, e está na raiz da megalomania que denota aquela velhíssima tentação do Éden, no discurso da serpente que "aliciou" Eva: "Vós podeis ser como 'Ele'!" Não é lindo? A nossa cobrinha totalitária serve à Eva o manjar dos manjares, o método dos métodos: o poder, a igualdade em relação ao Criador. O que vemos aí? A mesma lenga-lenga que subjaz o texto esquerdopata: todo mundo "igual", o que é a isca para o bote do "ofídio rebelde" posto que mexe terrivelmente com a vaidade humana. Todo mundo é bacaninha desde o nascimento - lembrem de Rousseau, o "muso" dos revolucionários - porque o meio é que estraga as pessoas. Ora, se isso é verdade, vamos controlar esse meio o mais possível e a qualquer custo! Controle, controle, controle! Engenharia social! Engenharia humana! Fábrica de ORCS!
Controlando tudo com mão de ferro, incluindo os meios de produção, os meios midiáticos, os meios ambientais, os meios de vida, hábitos, preferências e modos de ser dos imbecilizados humanos, teremos a sociedade perfeita, o tal mundo melhor (Uma das sábias vovós da família dizia uma frase interessante: "o ótimo é inimigo do bom..."), onde, claro, as regras inventadas não valerão para o grupelho que as estatuiu. Eram os deuses socialistas?
As figuras arquetípicas do Onipotente e dos "rebelados - e "degradados"- filhos de Eva", puros arquétipos junguianos, estão aí, nas barbas de todos, a pleno vapor, causando os estragos bíblicos de sempre. Marta está ganhando a parada, por enquanto. Aguardemos os próximos capítulos da grande novela universal... É excitante!

Imagem: Marta e Maria, Giovanni da Milano - Firenze, Chiesa di Santa Croce

Marx, o Groucho

Tá tudo dominado !


Sala de aula em uma faculdade privada na zona sul do Rio. Rola um debate sobre qualquer coisa em voga. Lá vem clichê esquerdopata: "A pobreza é a causa da violência"! (palmas, urros delirantes) "O Estado tem de fazer ocupação social nas favelas" "Usar roupa de "griffe" provoca a violência dos que não têm acesso a elas." "Liberar as drogas seria ótimo porque sobraria verba para hospitais e educação." "O Estado controlaria o uso das drogas para impedir a disseminação de doenças." "Os laboratórios são culpados pela saúde precária da população porque só visam ao lucro" (mais urros).
O Estado pode isso, o Estado pode aquilo, o Estado é a solução.
Mais Estado, com mais poder, PLEASE!!! Imploramos de joelhos!

Que lástima, que ótimo trabalho fizeram as esquerdas nestepaiz... Isso não tem mais volta.
Como diz o Boris Casoy, usando o jargão dos marginais "da hora", tudo dominado!

Marx, o Groucho, precizando de Prozac.

O charuto no divã




Belas ilações sobre o Charuto da Anac, com a devida análise freudiana:

Charuto: metonímia óbvia da mulher que não quer sair de lá, peixinho do Zé Dirceu. Ela "degustava um cubano" (cuidado com outras interpretações!) enquanto as pessoas se descabelavam no caos dos aeroportos. Ora, o charuto é metonímia, também, do ditador do Caribe!
Anac: sigla onírica com evidentes implicações histérico-sádicas. As letras, no fundo no fundo subliminar, querem dizer: Avião Não Aterrissa Comigo!

And so, Freud explica: a diretora da Anac, ao fumar charuto, por ser peixinho de Dirceu, que é um cubanófilo fiel a Fidel (hirc...), denota seu desejo reprimido de ser cubana, com todas as regalias comunistas de lambuja, é claro. O charuto é o elo, a chave, a sinalização clara de que essa mulher é uma criatura de Sauron, uma orc! Quando ela diz que não renuncia ao cargo, ela está apenas imitando/parodiando/mimetizando seu mestre, que também não solta o osso desde que desceu da Sierra Maestra. Ninguém larga nada, ninguém abdica de nada, ninguém pode viver longe do poder. De lá para cá, Fidel se tornou o feliz possuidor de uma das maiores fortunas do planeta.

Imagem: Freud, charuto e a moçoila da Anac.

Marx, o Groucho

Monday, August 20, 2007

Mais interpretação de texto, com direito à cobra coral...


"O Brasil é um país de todos". Leitura correta: é um país de TODOS os petralhas. O slogan - por sinal, em termos visuais, primo-irmão do da Venezuela - é uma embromação a mais desses cretinos que assaltaram o poder, entre centenas de outras. Não, este NÃO é um país de todos porque está sob o controle de um grupo ideologicamente comprometido com o método "dividir para reinar", eficiente desde o Éden, uma das dicas clássicas de Gramsci com vistas à dominação política. Sob essa legenda, mostra-se a velha, batida, desbotada e burra luta de classes marxistóide.
Para qualquer lado que viremos, esbarramos com o discurso do nós contra eles ou vice-versa: os pobres contra a Zelite, a classe média contra os favorecidos pela bolsa-família, os ricos contra os pobres que querem chegar à universidade e assim por diante, com as mais dantescas variações. Tudo é grosseiro, bobo, fácil de apontar, denunciar, liquidar intelectualmente, mas QUEM faz isso em Banânia, QUEM se atrave a dar o nome aos bois, QUEM fala "na bucha", sem "papas na língua", sobre todas essas coisas - à exceção de meia dúzia de resistentes, que, sem dúvida, correm risco de vida -, QUEM ousa dizer na mídia e no espaço estudantil que o rei e seu séquito estão peladões? Peladões e mortos de medo de narizes de palhaço, o que é assunto para outra postagem...

Imagem: a serpente - uma cobra coral - , símbolo da divisão, do número dois, do diabólico, da sizígia...

Marx, o Groucho

Sunday, August 19, 2007

Mais bolsa

Gostei muito de uma observação do Gaspari hoje: Lula reclama das bolsas de doutorado para o exterior como se fosse um privilégio da Zelite. Só que existissem 1000 bolsistas cadastrados e todos precisam voltar para o país para reinvestir aqui. Esta bolsa é por tempo limitado e a quantidade de divisas que traz é inestimável. Enquanto isso Lula e mais 15 mil, isso mesmo, 15000 pessoas ganham a bolsa ditadura. Lula ganha, para não fazer nada U$ 2200 por mês.
Mas na hora de fazer discurso reclama dos pobres doutorandos, muitos realmente pobres, que se matam de estudar para fazer um país melhor. Antes eu desprezava o Lula. Agora, francamente, tenho nojo dele.
A inveja e o mal caratismo deste idiota me deprime...

Oriane

Saturday, August 18, 2007

À guerra, à guerra! Com os irmãos Marx!


Vejamos o fio da meada louca que hoje enrola Banânia:

Os cubanos não estavam "ilegais" no Brasil, mas foram deportados. Os cubanos foram abordados e drogados por gente esquisita que queria "aliciá-los". Os cubanos pediram asilo à Alemanha, mas juram de pé junto, segundo a imprensa de lá, que queriam voltar para casa porque têm família Ora, cubano fujão com família é cubano preso, porque rola chantagem, sempre: ou volta logo ou os parentes viram picadinho. Por isso o braço lulista de Fidel agiu a jato! Foi um ato de piedade, ENTENDEM?
Cubano procura ser um ótimo atleta porque essa condição pode ser propícia a fugas quando a delegação cubana sai para competir. Cubano repatriado é chamado de traidor porque quer usufruir da liberdade de ir e vir. Cubano não é dono de seu corpo, de seus talentos: eles pertencem ao Estado, que os explora conforme seus caprichos políticos.
Cubano não pode tomar "cuba libre" porque isso não existe.
Cubano não pode. Nada.

Brasileiro não pode vaiar presidente porque isso configura golpe. Brasileiro não pode viajar de avião porque o governo não deixa: os vôos são uma roleta-russa. Brasileiro não pode saber para onde vai o tutu que paga de impostos porque o destino do dinheiro é uma caixa preta.
Brasileiro não pode reclamar de nada porque não tem a quem reclamar: todas as "otoridades" do país são omissas, velhacas e incompetentes, não necessariamente nessa ordem. Brasileiro não pode usar tênis Prada porque vira inimigo público número um. Brasileiro tem de ser pobre pra ser mais brasileiro - rico, só do partido e seus afilhados. Brasileiro não pode falar português direito porque isso ofende o chefe do Executivo desta joça.
Brasileiro não pode. Nada.
Eu, hein!!! Vamos entrar em guerra! Já!

Imagem: cena de Duck Soup, filmão dos Irmãos Marx, no qual Freedonia entra em guerra com Sylvania!

Marx, o Groucho

A avó das AbFab visita o blog!


Para a turma das AbFab não pôr defeito nenhum!
Se a massa esmagadora da população é composta de analfabetos, no mínimo, funcionais; se esses analfabetos têm escassos meios de chegar à informação mais complexa e honesta; se a interpretação dos discursos do poder depende de sólido respaldo educacional; se esse pessoal, numericamente em vantagem, é fácil de engabelar via injeções de dinheiro público demagogicamente distribuído; se essa população em estado de hipnose é fundamental para a manutenção dos votos a favor... O que interessa aos detentores do poder? Manter todos nessa suprema, abissal e desesperadora alienação, ora!
Quais os espaços onde normalmente se travam essas batalhas? Educação e mídia, basicamente. O que os poderosos têm de aparelhar, então, para obter o supremo controle das mentes? A escola, a universidade e os meios de comunicação. Pronto, a receita de Gramsci foi cumprida à risca. É singela, autoexplicativa, mas muita gente com doutorado e o escambau não consegue fazer esse raciocínio linear. A seqüência lógica é boba demais, previsível demais. Essa gente parece se enquadrar em uma ótima piada de um episódio das tresloucadas AbFab, em que a avó toda-inglesa de Saffy, diante de um teste cultural em uma revista de passatempo, marca, convicta, a opção que põe Margareth Thatcher por 900 anos no poder. Seu raciocínio para chegar a tal conclusão é deslumbrante: a opção para marcar nove anos parece uma pegadinha para desviar a atenção das pessoas! Logo, a resposta correta deve ser, é claro, a aparentemente mais improvável! Afinal, diz a encantadora senhora, cheia de distraída malícia, ela parece ter ficado tanto tempo no cargo...
Pois é. Esquerdopata de carteirinha prefere se perder em hipóteses delirantes, teses disparatadas, informações truncadas e mentirosas, teorias da conspiração, conclusões paranóicas, todos os maléficos frutos da mais arraigada distorção paratáxica do que encarar a realidade pura e simples. Tudo que serve de obstrução à luz que insiste em brilhar na escuridão, para eles, é ponto pacífico. Padecem de veritasfobia, um misto de latim com grego, hehehe...

Imagem: a avó das AbFab, magnífica interpretação de June Whitfield.

Marx, o Groucho

Thursday, August 16, 2007

Lula - mais ressentimento...

Lula, mais uma vez, resolveu expressar seu imenso ressentimento contra aqueles que sabem mais que ele, ou contra aqueles que se mataram de estudar para conseguir uma bolsa. Lula odeia sua própria ignorância e resolve isso atacando o conhecimento alheio! Será que ele sabe o quanto é preciso ser bom para conseguir ir para o exterior? Ou que a maior parte dos estudantes está indo para a Alemanha, pois as bolsas no Brasil estão acabando e o governo alemão, DAAA, adora os pesquisadores brasileiros?

Vejam pérola:

- Tem gente que critica o Bolsa Família como um programa assistencialista, porque estamos dando o direito de os mais pobres comerem. Essas mesmas pessoas que criticam o Bolsa Família não criticam uma bolsa de U$ 2 mil para um doutor se formar no exterior, não é um contra-senso?

Pois é, molusco ressentido, acontece que o cara que faz o doutorado no exterior se matou de estudar para isso, e quando voltar vai agregar valor para o país, talvez movimentar a economia e, em certas áreas, criar divisas.
Esse cara é só ignorante ou é mal-intencionado?
Será que ele acha que podemos chegar a algum lugar sem doutores? Deve achar, afinal ele acha que ele é o ápice do cerumano e adora dizer que conseguiu isso sem ler um só livro.
Lula é incapaz de associar conhecimento à riqueza. Ele quer fazer do nosso país uma pátria de ignorantes, iletrados e pessoas que vivem de esmolas. Quer que todos sejam como ele, assim o ressentimento diminui...
Vá procurar um analista desgraçado!!!!

Já deu para ver para onde vamos, não deu?
Que tristeza...

Oriane