
...inteligência para isso ele tem.

Com a nova Revisão Gramatical feita pelo LULA as seguintes palavras tem novos significados:
ABREVIATURA- ato de se abrir um carro de policia;
ALOPATIA - dar um telefonema para a tia;
BARBICHA - boteco para Gays;
CÁLICE - ordem para ficar calado;
CAMINHÃO - estrada muito grande;
CATÁLOGO - ato de se apanhar coisas rapidamente;
COMBUSTÃO - mulher com peito grande;
DESTILADO - aquilo que não está do lado de lá;
DETERGENTE - ato de prender indivíduos suspeitos;
DETERMINA - prender uma garota;
ESFERA - animal feroz amansado;
HOMOSSEXUAL - Sabão utilizado para lavar as partes íntimas;
LEILÃO - Leila com mais de 2 metros de altura;
KARMA - expressão mineira para evitar o pânico;
LOCADORA - uma mulher maluca de nome Dora;
NOVAMENTE - diz-se de indivíduos que renovam sua maneira de pensar;
OBSCURO - 'OB' na cor preta;
QUARTZO - partze ou aposentzo de um apartamentzo;
RAZÃO - lago muito extenso porém pouco profundo;
RODAPÉ - aquele que tinha carro mas agora roda a pé;
SAARA - muulher do Jaaco;
Roubei do Cabrunco

Socorro!!!!!!José Genoino foi designado hoje o relator do projeto que permite o terceiro mandato. Será ele o responsável por dizer, na Comissão de Constituição e Justiça, se a proposta é constitucional. A aprovação na CCJ é o primeiro passo para a proposta ter continuidade.
Fundador do PT, Genoino comandava o partido no período em que foram assinados os empréstimos com Marcos Valério que irrigaram o mensalão. Já no meio do escândalo, um assessor de seu irmão, que era deputado estadual, protagonizou uma das cenas mais emblemáticas dos desmandos petistas ao ser pego com 100 000 dólares na cueca.***
Responda depressa: qual o melhor comentário sobre a notícia acima?
a) Com vocês, a “sençibilidade” com “Ç”.
b) O Sarkozy deve estar morrendo de inveja. Essa é a frase que todo cidadão gostaria de ouvir do seu presidente depois de perder um parente, né não?
c) Ah, gente… até que ele não foi mal. Em outros tempos ele teria dito que um “país que ganha cinco Copas do Mundo pode achar avião rebaixado”.

Olhem, como se diz por aí, “na boa”, não sei como Lula consegue se olhar no espelho depois de fazer certos discursos. Tá bom, vá lá, eu sei. Eu mesmo já identifiquei aqui uma possível patologia psíquica: Lula é destituído de superego. Por que isso agora? Ontem, esse gênio da raça descobriu os culpados pela baixa qualidade do ensino: a classe média: “Uma das razões pelas quais a escola pública foi se deteriorando é porque grande parte da classe média se afastou dela. Para não brigar [por qualidade], decidiu colocar os filhos na escola particular. E pagar na mensalidade de 3º ano primário o mesmo preço de uma universidade particular”.
Lula, quando ainda dirigente da oposição, poderia ter dado o exemplo. Poderia ter posto os filhos para estudar na escola pública. Quem melhor do que ele para liderar o movimento, não é mesmo? Pois se preparem para uma revelação. Sabem o Fábio Luiz da Silva, o Lulinha, o Ronaldinho de Lula? ESTUDOU EM ESCOLA PARTICULAR. É, em escola particular. Mais precisamente, no Colégio Singular, em Santo André, uma das mais conceituadas da região. Como eu sei? EU DAVA AULA LÁ.
Mas é claro que a coisa foi feita à moda Lula. Fábio estudou no Colégio Singular, mas com bolsa de estudos, entenderam? Lula, o burguês do capital alheio, pôs o seu prestígio político a serviço da concessão de um privilégio — ou vocês acham que ele não tinha dinheiro para pagar a escola do seu gênio empresarial? Tinha. Mas, vocês sabem, onde há uma mamata, Lula está lá, mamando. “O cara” até recebe pensão por ter lutado contra a ditadura, ora essa!!! Enquanto ele “lutava”, construía o PT, que o faria chegar à Presidência, constituía um patrimônio que nenhum outro trabalhador com o seu nível de instrução tem e garantia a melhor escola para os filhos — sem desembolsar um tostão por isso.
Do Singular, já saíram alunos que se transformaram em profissionais de primeiro time, alguns com renome internacional. Volta e meia, um ex-aluno de lá manda um comentário a este velho professor… Só tenho 47. É que comecei a dar aula muito cedo. Pois bem, não foi o caso de Lulinha. Cursou biologia, vagou aqui e ali etc. Quando o pai alcançou a Presidência, era monitor de Jardim Zoológico: “Lulinha, onde fica a zebra?” Ele indicava. “Lulinha, onde fica a anta?” Ele mostrava. “Lulinha, onde fica o jumento?” Ele dava o caminho. O pai chegou lá, e ele se transformou num empresário de enorme sucesso, não é? A Telemar — atual Oi, de que Sérgio Andrade, o principal financiador das campanhas do seu pai, é sócio — logo descobriu o seu talento para o mundo dos negócios. A fala a seguir é pura imaginação benevolente deste escrita: “Que é isso, Lulinha? Alguém com o seu talento em, bem…, em seja lá o que for, merece ser empresário”. E Lulinha virou empresário. A família Andrade gosta da família Lula. Custeou a educação de Lurian em Paris.
Como a gente vê, o Brasil continua mesmo a ser um país injusto. É preciso pôr um fim nesse regime que garante a existência de fidalgos — sejam eles da antes chamada “burguesia”, seja da antes chamada “classe operária”. O que o Brasil ainda não conseguiu ser, de fato, é uma República. É preciso pôr fim ao regime dos aristocratas. E Lula é o seu mais pançudo representante.
Mais uma vez, este senhor é flagrado a fazer o exato oposto do que enuncia e anuncia



Jovens estudantes, no fundo da verdadeira polidez vocês encontrarão um sentimento: o amor pela igualdade. Mas existem várias maneiras de amar e de compreender a igualdade. A pior de todas consiste em ignorar completamente a superioridade de talento ou de valor moral. É uma forma de injustiça, fruto do ciúme, da inveja, ou de um desejo inconsciente de dominação. A igualdade reclamada pela justiça é uma igualdade de relação, e consequentemente uma proporção, entre o mérito e a recompensa. Chamemos de polidez das maneiras, por assim dizer, uma determinada arte de demonstrar a cada pessoa, pela sua atitude e pelas suas palavras, a estima e a consideração às quais ela tem direito. Não poderíamos dizer que essa polidez expressa ao seu modo o amor pela igualdade?
* De la politesse, Discours de remise des prix à de jeunes lycéens prononcé en 1885, cité in Mélanges, textes de 1885 et de 1892, PUF, Paris 1972 - Bergson
